Com Kléber, Cruzeiro decide futuro na Libertadores


Kléber volta para ser ídolo celeste e chegar à seleção. Após ‘não’ ao Porto, atacante quer entrar na história da Raposa, sem desistir também da Copa de 2010.


Mais de 16 mil ingressos já foram vendidos no Mineirão para o jogo decisivo da primeira fase da Libertadores, hoje, às 21h50 (de Brasília). A primeira partida terminou 1 a 1, em Potosí, na Bolívia. Gilberto, suspenso, não joga, mas o Cruzeiro conta com a volta de Kléber no comando do ataque.
A 3.967 metros de altitude, no topo dos Andes, o Cruzeiro arrancou um valioso empate fora de casa com o Real Potosí, pela Copa Libertadores. O placar de 1 a 1 foi um ótimo resultado para a Raposa, que, mesmo com um jogador a menos, conseguiu segurar o empate. Agora o time mineiro tem a vantagem de um 0 a 0 ou uma simples vitória, num Mineirão lotado, contra uma equipe que não conseguiu demonstrar sua força em casa.

Já foram vendidos mais de 16 mil ingressos e os torcedores estão eufóricos com a permanência do atacante Kléber, que não chegou a um acordo financeiro com o Porto. No treino dessa terça-feira, o técnico Adilson Batista testou Kléber no time titular e a vontade do Gladiador é de jogar, apesar do cansaço da viagem. «Minha vontade é de jogar. A gente treinou algumas opções no ataque. O Adilson (Batista) está fazendo ainda, como sempre, algumas experiências para ver qual a melhor formação para o jogo. Mas eu quero muito jogar esse jogo depois de tudo o que aconteceu, de ter ido para lá e não ter dado certo, essa expectativa toda. Quero muito jogar», afirmou o atacante.

Outra novidade no time é o jovem meia Bernardo, cria da Toca. A revelação vai entrar no lugar do veterano Gilberto, que foi expulso no primeiro jogo, em Potosí, aos 20 minutos do primeiro tempo.
Milagres acontecem no futebol

Mesmo com o importante desfalque no Cruzeiro, o técnico do Real Potosí, Sergio Apaza, admite que a Raposa é a grande favorita no embate. A tática de Apaza para tentar surpreender é o jogo aéreo e a estreia do armador Helmut Gutiérrez. «Os milagres existem no futebol e falamos com os jogadores que a partida é mais que de vida ou morte. Com essa mentalidade é que vamos jogar em Belo Horizonte», acredita o treinador boliviano.
Além de um jogo decisivo para as pretensões cruzeirenses neste ano, o volante Henrique, que está no time desde de 2008, completará 100 jogos com a camisa celeste.

O Cruzeiro deve entrar com Fábio; Jonathan, Gil, Leonardo Silva e Diego Renan; Henrique, Marquinhos Paraná, Pedro Ken e Bernardo; Thiago Ribeiro e Kléber.

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